#205 – O Espírito

O Espírito. Quando Cristo finalizou o seu ministério terrestre, nos deixou “O Consolador”, a presença eterna do Criador, que nos acompanha diariamente. E desde os tempos mais remotos tenta-se entender o que é esse Espírito, como interagimos com Ele, como O ouvimos, enfim… Pensamos, estudamos e refletimos sobre o tema desde sempre. A cantora Beyonce lançou há pouco tempo uma canção que fala justamente sobre esse Espírito eterno que nos conduz, e a música foi integrada no rol de canções do live action de O Rei Leão. E como não poderia ser diferente, trouxemos a letra para o Metanoia para expandirmos a mente sobre o tema.

#204 – O Rei Leão

O Rei Leão. Um dos filmes mais aclamados da história é repleto de ensinamentos sobre o Reino de Deus, já percebeu? Mas que ensinamentos são esses? Mufasa, Simba, Scar, Timão, Pumba… o que esses personagens significam? Quais as reflexões que podemos ter ao assistir a esse grande clássico? O Metanoia foi ao cinema para “analisar” o roteiro e rememorar tudo que é retratado na história para fazer um papo com muita expansão de mente. “Hakuna matata, é lindo viver…”; “O que eu quero mais é ser Rei…”. As passagens são muitas e as metanoias, também! Expanda a sua mente.

#203 – Reafirmando quem somos

Depois de falar sobre rejeição, sobre afirmação, sobre identidade e autoestima, vamos terminar essa série falando sobre a reafirmação do nosso real eu. Afinal, como é possível viver reafirmando quem somos? Mais que isso: quem somos nós frente aos desafios e obstáculos impostos por este mundo? Sabemos que temos um Papaizinho a quem podemos dar a mão para nos manter em pé, mas também temos a consciência de que a rotina é árdua e torna-se necessário encontrar práticas que nos ajudem nessa batalha. É sobre isso que falamos em mais um Metanoia. Expanda a sua mente.

#202 – Autoestima X Identidade

Autoestima X Identidade. Qual a relação entre os dois termos? Será que a autoestima atrapalha de alguma forma o nosso olhar para a identidade de filhos de Deus? Buscar estar “de bem consigo mesmo” pode ser um problema na relação com o Eterno? Bom, entramos numa discussão com muita expansão de mente para entender como uma coisa mexe com a outra, e qual a melhor maneira de vivermos em paz, e alinhados com o nosso propósito. Expanda a sua mente.

#201 – Aceitação

Aceitação. Depois de entender de forma a rejeição atua em nossas vidas, é hora de aprender como a aceitação de Deus vem para solucionar todos os problemas e dramas que vivemos. Se nós te perguntássemos agora se você se sente aceito por Deus, o que você responderia? Você percebe o amor de Deus sobre sua vida? Você enxerga que o Pai te recebe desde sempre… para sempre? Venha expandir a mente e entender como a aceitação pode mudar sua vida. Expanda a sua mente.

#200 – Rejeição

Rejeição. Como você lida com a rejeição? Qual a sua postura quando passa por momentos em que é rejeitado em sua vida? Você tem medo da rejeição? A Bíblia fala muito sobre esse tema e nos traz uma série de lições sobre isso. Acredite: ser rejeitado é bênção! Exatamente… quando sofremos a exclusão de algo ou de alguém devemos enxergar como uma coisa boa. Como fazer isso? Bom, é nesse caminho que seguimos em nossa discussão no Metanoia 200. Expanda a sua mente.

#199 – O Cristão Raiz (parte 03)

O Cristão Raiz. Quem é esse ser raro? A Carta a Diogoneto traz uma lista de informações sobre como viviam as pessoas que diziam ser cristãs, pouco tempo depois da passagem de Cristo por esse mundo. O relato é bastante forte, já que nos leva a refletir que, provavelmente, vivamos algo ainda bem distante do que é o cristianismo de verdade. Nessa última parte da série de três episódios, continuamos a discutir sobre como fazer para voltarmos a ser como aqueles que buscavam, de verdade, uma vida de semelhança ao Mestre. Expanda a sua mente.

CARTA A DIOGONETO
Exórdio

Excelentíssimo Diogneto, vejo que te interessas em aprender a religião dos cristãos e que, muito sábia e cuidadosamente, te informaste sobre eles: Qual é esse Deus no qual confiam e como o veneram, para que todos eles desdenhem o mundo, desprezem a morte, e não considerem os deuses que os gregos reconhecem, nem observem a crença dos judeus; que tipo de amor é esse que eles têm uns para com os outros; e, finalmente, por que essa nova estirpe ou gênero de vida apareceu agora e não antes. Aprovo esse teu desejo e peço a Deus, o qual preside tanto o nosso falar como o nosso ouvir, que me conceda dizer de tal modo que, ao escutar, te tornes melhor; e assim, ao escutares, não se arrependa aquele que falou.[…]

Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular. Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana. Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social. Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira. Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra e são regidos pelo céu. Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à morte e ganham a vida. São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras. Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio. Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é, contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo. A alma invisível vela no corpo visível; Também os cristãos sabe-se que estão neste mundo, mas a sua religião permanece invisível. A carne odeia a alma, e, apesar de não a ter ofendido em nada, faz-lhe guerra, só porque se lhe opõe a que se entregue aos prazeres; da mesma forma, o mundo odeia os cristãos que não lhe fazem nenhum mal, porque se opõem aos seus prazeres. A alma ama a carne, que a odeia, e os seus membros; Também os cristãos amam os que os odeiam. A alma está encerrada no corpo, é todavia ela que sustém o corpo; Também os cristãos se encontram retidos no mundo como em cárcere, mas são eles que sustêm o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal; Também os cristãos habitam em tendas mortais, esperando a incorrupção nos céus. Provada pela fome e pela sede, a alma vai-se melhorando; também os cristãos, fustigados dia-a-dia, mais se vão multiplicando. Deus pô-los numa tal situação, que lhes não é permitido evadir-se

#198 – O Cristão Raiz (parte 02)

Quem é o Cristão Raiz? No episódio passado, começamos a conversar sobre a Carta a Diogoneto, um documento histórico, escrito pouco tempo após o ministério de Jesus neste mundo, que retrata o estilo de vida de quem se dizia cristão naquela época. Agora, continuamos a discussão para entender como temos de viver aqui e agora, para realmente refletir Aquele que sonhou a nossa existência e nos criou para um propósito único. Como voltar a viver como o cristão raiz? Essa é a nossa busca a partir de agora… Expanda a sua mente.

CARTA A DIOGONETO
Exórdio

Excelentíssimo Diogneto, vejo que te interessas em aprender a religião dos cristãos e que, muito sábia e cuidadosamente, te informaste sobre eles: Qual é esse Deus no qual confiam e como o veneram, para que todos eles desdenhem o mundo, desprezem a morte, e não considerem os deuses que os gregos reconhecem, nem observem a crença dos judeus; que tipo de amor é esse que eles têm uns para com os outros; e, finalmente, por que essa nova estirpe ou gênero de vida apareceu agora e não antes. Aprovo esse teu desejo e peço a Deus, o qual preside tanto o nosso falar como o nosso ouvir, que me conceda dizer de tal modo que, ao escutar, te tornes melhor; e assim, ao escutares, não se arrependa aquele que falou.[…]

Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular. Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana. Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social. Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira. Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra e são regidos pelo céu. Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à morte e ganham a vida. São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras. Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio. Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é, contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo. A alma invisível vela no corpo visível; Também os cristãos sabe-se que estão neste mundo, mas a sua religião permanece invisível. A carne odeia a alma, e, apesar de não a ter ofendido em nada, faz-lhe guerra, só porque se lhe opõe a que se entregue aos prazeres; da mesma forma, o mundo odeia os cristãos que não lhe fazem nenhum mal, porque se opõem aos seus prazeres. A alma ama a carne, que a odeia, e os seus membros; Também os cristãos amam os que os odeiam. A alma está encerrada no corpo, é todavia ela que sustém o corpo; Também os cristãos se encontram retidos no mundo como em cárcere, mas são eles que sustêm o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal; Também os cristãos habitam em tendas mortais, esperando a incorrupção nos céus. Provada pela fome e pela sede, a alma vai-se melhorando; também os cristãos, fustigados dia-a-dia, mais se vão multiplicando. Deus pô-los numa tal situação, que lhes não é permitido evadir-se

#197 – O Cristão Raiz (parte 01)

Qual o perfil do Cristão Raiz? Você já leu a CARTA A DIOGONETO? O documento escrito pouco depois de Jesus passar por essa terra retrata como viviam os cristãos pouco após o ministério de Cristo no mundo. O relato nos leva a uma reflexão profunda: será que somos cristãos ainda hoje? Será que vivemos como os primeiros discípulos de Cristo? Vou além: é possível replicar aquele estilo de vida? Prepare-se para uma série de muita expansão de mente.

CARTA A DIOGONETO
Exórdio

Excelentíssimo Diogneto, vejo que te interessas em aprender a religião dos cristãos e que, muito sábia e cuidadosamente, te informaste sobre eles: Qual é esse Deus no qual confiam e como o veneram, para que todos eles desdenhem o mundo, desprezem a morte, e não considerem os deuses que os gregos reconhecem, nem observem a crença dos judeus; que tipo de amor é esse que eles têm uns para com os outros; e, finalmente, por que essa nova estirpe ou gênero de vida apareceu agora e não antes. Aprovo esse teu desejo e peço a Deus, o qual preside tanto o nosso falar como o nosso ouvir, que me conceda dizer de tal modo que, ao escutar, te tornes melhor; e assim, ao escutares, não se arrependa aquele que falou.[…]

Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular. Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana. Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social. Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira. Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra e são regidos pelo céu. Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à morte e ganham a vida. São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras. Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio. Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é, contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo. A alma invisível vela no corpo visível; Também os cristãos sabe-se que estão neste mundo, mas a sua religião permanece invisível. A carne odeia a alma, e, apesar de não a ter ofendido em nada, faz-lhe guerra, só porque se lhe opõe a que se entregue aos prazeres; da mesma forma, o mundo odeia os cristãos que não lhe fazem nenhum mal, porque se opõem aos seus prazeres. A alma ama a carne, que a odeia, e os seus membros; Também os cristãos amam os que os odeiam. A alma está encerrada no corpo, é todavia ela que sustém o corpo; Também os cristãos se encontram retidos no mundo como em cárcere, mas são eles que sustêm o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal; Também os cristãos habitam em tendas mortais, esperando a incorrupção nos céus. Provada pela fome e pela sede, a alma vai-se melhorando; também os cristãos, fustigados dia-a-dia, mais se vão multiplicando. Deus pô-los numa tal situação, que lhes não é permitido evadir-se

#196 – Só quero um mundo mais suave

Só quero um mundo mais suave. Esse é o nosso desejo, e o seu? Qual o nosso papel enquanto estamos vivendo essa experiência humana? Será que, em vez de encontrar polêmicas e discussões, o nosso real papel não seria apenas levar a tranquilidade e a paz? Sabemos a resposta, o que muitas vezes não conseguimos fazer é colocar isso em prática. E é sobre isso que conversamos nesse podcast que é baseado na música “Suave”, de Alok e Matheus e Kauan. Expanda a sua mente.