No chão da vida, o tempo voa!

Acabo de chegar em casa depois de viver um final de semana intenso, daqueles que deixam sua cabeça revirada, sabe? Tô meio zonzo, literalmente. Não consegui me reestabelecer ainda. Foram dois dias de um congresso que falou basicamente sobre missão… sobre essa missão que acontece hoje, agora, o tempo todo, focada em quem está lá fora e ainda não conhece o que, pela misericórdia de Deus, nós conhecemos.

Por falar em final de semana, esse foi meu último de férias do trabalho. Parece que ontem eu sai da TV. Hoje faz 28 dias. Quarta eu volto a trabalhar. Vivi dias especiais ao lado da minha família, e tô com medo do impacto que será deixa-las em casa quando voltar à rotina “normal”. Voou!

Quando eu saia do congresso que citei acima, recebi uma mensagem com uma notícia muito triste: um amigo meu, da Nova Semente, o grande Gelceles, faleceu. Ontem estava na igreja. Hoje, morreu. Esse cara viveu uma vida sofrida. A caminhada foi árdua. Lutas e mais lutas. 90% da experiência dele nessa terra foi longe de Deus. Mas há pouco tempo ele O conheceu. E isso mudou a vida do Gel.

No congresso, ouvi coisas que talvez não quisesse ouvir. Refleti sobre uma realidade que talvez eu não quisesse refletir. Afinal, o que eu tenho feito? Tenho vivido o que eu tanto prego? Quais as minhas raz… DESCULPAS, para não fazer o que eu sei que preciso fazer?

Ah, o Gel… Eu já o conheci na igreja, ainda lutando com os problemas que tanto o afligiam. Ficamos mais próximos quando ele passou a frequentar um pequeno grupo que eu liderava junto com minha esposa e outros amigos. Ali, ele se abriu, se entregou de verdade. Conheceu uma família que o amava. Conheceu o amor de Deus. Se esbaldou nesse amor. Pode experimentar milagres incríveis, dois deles, a sua própria conversão e a decisão pelo batismo. Ultimamente, as batalhas continuavam e acho que iriam perdurar. Me conforta o fato de saber que Deus talvez o tenha livrado de sofrer novos baques por aqui, afinal, o mais importante o Gel conseguiu: conheceu verdadeiramente a Cristo.

Depois de chorar e levar algumas porradas na cara durante o congresso, ao final, teve uma consagração. Foi uma sequência de testemunhos, orações e palavras de afirmação, uns sobre os outros. Deus, mais uma vez, agiu poderosamente. Faltava pouquíssimo tempo para eu ir embora, quando um menina se aproximou de mim. Eu não lembro o nome dela. Apenas sei que ela estava chorando quando disse: “Lucas, eu só queria agradecer… o podcast Metanoia tem sido muito importante pra mim e tem mudado minha vida. Não parem. Continuem firme”. Eu a abracei e chorei. “Louvado seja Deus”, eu disse a ela.

Chorando, fui pro carro e li a mensagem sobre o Gel.

Repensei sobre tudo que ouvira no final de semana. Repensei sobre a mensagem de Cristo e Sua missão. Repensei sobre o meu hoje, o meu agora. Repensei sobre minha vida. Repensei tudo! Entrei em crise. Quando cheguei em casa, chorei mais um pouco. Depois do banho, desabei. Sai do quarto para não acordar minha filha e vim escrever.

Sabe, o Gel só conheceu mais de Cristo porque um dia eu e outras pessoas resolvemos matar nosso eu para viver aquele pequeno grupo. Agradeço, inclusive, ao Rodrigo Maciel que forçou a barra e me fez liderar esse PG, mesmo, à época, a contragosto. Deus usou tudo que vivemos para salvar esse cara! Você entende o que estou falando? Uma decisão! Ir! Fazer! Hoje! Agora! Mas, pensando assim, quantas pessoas estão morrendo nesse exato momento sem o privilégio que o Gel teve porquê eu estou parado? Deus seja louvado pela vida do Gel, mas Deus tenha misericórdia desse que vos escreve.

Às vezes, me pego dizendo: já, já, eu volto a fazer o que fazia, a viver o que vivia, a ser quem eu era. Mas o chamado de Cristo é para irmos agora! Ele disse: “Eu vos envio…” Estamos enviados. Ponto. Diferentemente do meu trabalho, onde ainda estou de férias, no Reino de Deus, não há descanso, nem folga. É 24 por 7. E sabe por quê? Porque o o relógio tá girando e pessoas estão morrendo. Quando estamos em prontidão, elas não morrem sem O conhecer. Mas, quando dormimos no ponto, filhos se perdem por causa do nosso egoísmo. E não adianta dizer, “amanhã eu farei”. Tá mais que provado que o amanhã pode nem chegar. Afinal, no chão da vida, o tempo voa.

Conhecimento: conceito ou experiência?

“O ápice do conhecimento não é conceitual mas experiencial: eu SINTO Deus” Jacques Maritain.

Quem me dera se a minha interpretação sobre a Bíblia e sua “aplicação” na vida simplesmente sumissem! De repente se meus achismos fossem substituídos pela sincera diligência à Bíblia, e se TODOS fizessem o mesmo, buscando e meditando na PURA PALAVRA DE DEUS, livres de seus dogmas e backgrounds, de repente só de repente…

Bastam essas linhas para que fique clara minha tagarelice, bem como, a incomensurável diferença entre a palavra de Deus e todas as palavras humanas, e a certeza de que homem algum pode, com todas as suas palavras, explicar uma palavra sequer de Deus. Quem sabe se houvesse uma desconversão em massa, até que existisse, novamente, um e apenas um único cristão que contemplasse a Bíblia em completo silêncio, então pudéssemos voltar a Bíblia e abandonar nossos achismos, frutos de nossas frustrações. Vão para a própria Bíblia. Em silêncio. Até entenderem qual é a boa e reta vontade de Deus para sua vida. Não permitam que as minhas experiências, exposições e as de outros estudiosos sejam mais do que uma ferramenta que apenas indique, tal qual uma placa indica o caminho, mas não o avalia, não o define, não julga e nem cria juízo de valor.

Então, poderíamos de forma eficaz ser capazes de entender, compreender, experimentar e habitar a simples e pura palavra de Deus e seu amor infinito. Se eu estou indignado? Não. Preocupado? Não. Pois no final das contas, Deus sempre prevalecerá. Apenas senti a necessidade urgente de “parafrasear” essa carta tão “recente”, enviada por um filho de Deus, que sentiu os portões dos céus se abrirem e o próprio Deus descer quando entendeu a Graça em Romanos 1:17.

Obrigado Lutero! Obrigado por nos avisar desde seu sermão naquele natal de 1522 da importância de calar-se perante Deus e ouvir sua voz. Obrigado, também, Pr. Paulo Brabo por elucidar uma necessária desconversão em massa, até que sobre apenas um último cristão (música do Kivitz) capaz de calar-se diante do entendimento do amor de Deus.

Você ainda tem alguma dúvida sobre os ruídos que criamos sobre Deus? Então me responda:
– Você realmente acha que Deus se importa com você? Nos seus mínimos detalhes?
– Você sente Ele presente na sua vida, como um amigo, auxiliando em companheirismo?
– Você realmente acredita que Deus seja amor em TODAS as situações?
– Você tem medo de algo? Qualquer coisa?

“No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.” – João 4:18 

E agora que entendeu porquê você ainda continua a ORAR SEM CESSAR? Desentendeu?

No próximo texto explico melhor!
Até discípulo.

😉

(texto de Gabriel Zambianco)

Na rede social da beleza, hipocrisia é mato

Ahhh… 2017 chegou! Que ano passamos, não? Em 2016, todo dia foi um “7 a 1” diferente. Passamos por momentos em que foi só tiro, porrada e bomba, culminando em separações que abalaram “nossas convicções” – Tio Bonner e Tia Fafa! Não estávamos preparados. Quem diria, não?

Já cansados, sofremos com a tragédia. Uma cidade inteira sofreu a perda de tanta juventude, tudo pela ganância do coração humano. Se há um culpado, pouco importa, não diminuirá de 71 para 70. #ForçaChape

E agora, o que mais podemos pensar? Brad Pitt largou Angelina Jolie. Não!!! Para aí que está tudo errado. Ele é bonito, ela é bonita, são ricos e famosos, rodaram o mundo, adotaram crianças, têm carros, casas, seguidores. Para! Faltou o que ali? Acho que finalmente entendi o porquê BELEZA NÃO PÕE MESA. “Beleza” de vida não faltava ali, mas como já dizia o bom Salomão:

“Sabe o que acontece quando a ganância toma o controle: quanto mais você tem, menos você é”. (Pv. 1-19)

Esse ano foi marcado, também, pela expansão das redes sociais Instagram, Snapchat, WhatsApp, Facebook, Live no Face… São inúmeras as ferramentas que transformaram o mundo em um minúsculo clique com o botão esquerdo e trouxeram à tona a grama do vizinho, aquela maldita grama verde dele! Incrivelmente voltamos à estaca zero. A ditadura da beleza foi substituída pela escravidão da aparência! Perdemos um dia atrás do click perfeito e nos colocamos em situações constrangedoras para agradar… os outros! Definitivamente perdemos o valor e colocamos preço em tudo. Estamos pagando caro!

“Milagre é raro onde hipocrisia é mato”, já dizia o grande poeta Vitor Kivitz.

Finalmente nos rendemos à ideia do capitalismo, que nos escraviza pela ganância da felicidade. Nesse cenário capital, buscamos a vida que está lá no pote de ouro do fim do arco-íris, achando que a segunda experiência nos trará felicidade em dobro, enquanto passamos pelo tempo com medo da falta de tempo, perdendo a vida correndo atrás do tempo. Que lógica medonha! Por isso, mais uma vez, cito o jovem poeta, Vitor Kivitz:

“é rir pra não chorar, êta mundo bom de acabar! Mas se ainda existe ar, resta motivos pra respirar. Quem concede a graça de recomeçar? Na vida que foi dada e você nem pediu?”

Pra sair dessa situação, a humanidade não tem outra saída que não seja a ajuda de Cristo. É preciso crer e apegar-se no amor inesgotável de Cristo, onde você pode esgotar suas expectativas e carências, e partir do amor livre para amar, finalmente entendendo o que está escrito em João 8:32:

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Busque sua experiência real com Deus!

Finalizo, refletindo na frase do Paulo Brabo:

“O ensino de Jesus só permanece novo porque nunca foi tentado”.

E agora, obedecendo a primeira bem-aventurança, talvez possamos nos colocar de joelhos na frente de Deus e, assumindo nossa pobreza de espírito e incapacidade, consigamos entender que o Reino de Deus é daquele que dá ao próximo o amor que queria pra ele. Só assim a “Ganância da Felicidade” talvez se transforme na “Bênção do Amor”.

*TEXTO ESCRITO POR GABRIEL ZAMBIANCO

Master Chef, Alepo e a visão apocalíptica

Você pode ler o título e se perguntar: “Em que os três temas se conectam, e como eles possuem alguma relação entre si?” Não sei você, mas estou ficando cada dia mais cansado do que ouço e vejo, das loucuras que são cometidas pelo homem em prol de uma tradição ou em defesa de um ideal. Vejo, com perplexidade, os ataques feitos a uma coletividade que sofre calada há anos. Como podemos chegar a esse nível de tamanha indiferença, sem fazer nada? Incrível, não é mesmo?

Ainda achamos que não há machismo em pleno século 21. Engana-se aquele que acha que o mal da humanidade está todo lá em Alepo, na Síria. Não, não, ele está aqui, diariamente na opressão masculina sobre as mulheres. Quem não viu a repercussão que teve a final do Master Chef? A moça que tinha a “capacidade limitada ao cabo da vassoura” se mostrou excepcional, e não só venceu, mas ofertou a vitória a Deus!

Felizmente, aqui ainda trata-se de machismo e da ignorância do homem, bem mais fácil de resolver do que o genocídio em Alepo.

*Um parênteses! Estou com dúvida quanto a essa facilidade que citei de aprender a ser mais consciente com a mulher. Enquanto pensava nesse texto, surgiu agora um vídeo em que o marido de uma DELEGADA DA MULHER bate em uma guarda, que foi proteger a esposa que já estava apanhando dele! É, acho que a calamidade nos atingiu em cheio!

Voltando… Lá em Alepo, nós já estamos em outro nível de calamidade. Vemos a miséria do coração humano, aquele mesmo que busca, incessantemente, a evolução, ou diria, a vaidade e o orgulho! Evolução essa que, tratando ou não de ser cristão, está longe de caminhar para o melhor de seus dias. Fico pasmo comigo por não largar tudo o que estou fazendo para ir agora ajudar aquelas pessoas. Vi um vídeo muito forte, no qual diversos seres humanos clamam por ajuda, seja uma ajuda da ONU ou de qualquer outro órgão ou pessoa.

Nessas horas podemos pensar onde está Deus… (…) (…) (…)

Eu te respondo, facilmente: Ele está no mesmo lugar, mas Ele está resolvido e você?

Sabe, o problema do mundo não são os problemas. Os problemas, pasmem, são a solução pra mim e pra você. Os problemas existem pra que eu e você cuidemos e sejamos bênção pra outras pessoas. Problemas não existem pra que, simplesmente, Ele resolva.

Então, e aí?

E aí que te pergunto: qual a importância da conduta moral cristã e do conhecimento profético sobre o desdobramento do fim dos tempos, se ele não estiver sendo útil para os problemas alheios? Creio que a visão apocalíptica do tempo do fim, ou ainda o conhecimento de Deus e até mesmo a busca por alinhar sua vida e ser semelhante a Cristo, não possuem maior utilidade do que o sal no saleiro, se não for pra ser bênção ao próximo.

Uma vez ouvi que bênção é pra ser e não pra ter. Você está sendo bênção com seu Deus ou está guardando Ele? Para refletir.

TEXTO ESCRITO POR GABRIEL ZAMBIANCO – MAIS UM FILHO DE DEUS QUE PASSA A CONTRIBUIR COM O BLOG METANOIA.

De que vale a vida…

*Se você começou a ler esse texto simplesmente pelo fato de querer algo bonitinho, que te emocione, ou que faça você viver cinco minutos de êxtase, então, te convido a mudar de site, pois será perda de tempo.

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Bom, se você ainda está aqui é porque está disposto a ler algo que vem do fundo do coração. Saiba, essas palavras mexeram comigo na última noite, então, o que transcrevo aqui é uma reflexão profunda de uma consciência incômoda, que me fez parar e refletir por um bom tempo. Portanto, pare para focar e mergulhar nesse oceano junto comigo. Precisamos caminhar lado a lado nesse roteiro…

De que vale a vida… se não for para amar? AH, NÃO, LUCAS! VOCÊ FEZ ESSA INTRODUÇÃO TODA PARA REPETIR UM CLICHÊ? Opa, tenha calma comigo! A pergunta é séria: de que vale a vida se não for para amar? Amar de verdade. Amar como manda Cristo. A-M-A-R.

Vamos dar um passo atrás. O que é amar para você? Pra mim, amar é serviço, entrega total, dedicação, disponibilidade, prioridade. Por essa definição que faço, amar não é simplesmente curtir a vida ao lado daqueles que mais gosto, muito menos dizer que não guardo rancor de ninguém, que consigo conviver com inimigos e tal. Amar vai muito além, e é muito mais sério!

 

OS INIMIGOS
Vivemos refletindo sobre o texto do Sermão do Monte, no qual Cristo nos orienta a amar nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem. Quando lemos Mateus 5, percebemos nossa incapacidade de amar verdadeiramente. Compreendemos que trata-se de uma orientação bastante complexa. Aí, gastamos um tempo absurdo na tentativa de conseguir colocar isso em prática. São horas e mais horas lendo, orando e rachando a cabeça em busca de uma resposta para o dilema desse amor. Mas não percebemos que o problema está bem antes disso…

Quando o Mestre ensinou essa postura, eu creio que Ele queria – além do ensinamento literal, nos mostrar o quão importante, complexo e profundo é o tal do amor. Era um tapa na cara para mostrar que sequer amamos nossos amigos! Na verdade, quando medimos a quantidade de amor que estamos dispostos a dar a esse ou àquele, perdemos completamente a capacidade de amar. Amor não tem medida. Amor é amor. Amor é entrega e ponto! Jesus queria que entendêssemos que precisamos aprender a amar de verdade a todos, amigos e inimigos.

Com a licença de uma reflexão livre, eu escreveria o texto de Mateus assim: “Então, disse Jesus: vocês focam o coração apenas para os amigos, e querem que seus inimigos se prejudiquem. Esqueçam isso! Olhem pro seu inimigo e pra quem vos persegue, da mesma forma que olham para seu amigo. Parem de perder tempo medindo quanto amor vão dar pra cada um. Amem todo o mundo! Ah, mas primeiro aprendam a amar! Enquanto medir o amor, não estará amando. Comece tranquilo. Já que quer separar uns dos outros, então ame de verdade aqueles que você diz serem seus amigos. Quem sabe assim vocês entendam do que estou falando.”

 

O AMOR AOS AMIGOS
Será que eu amo os meus amigos? Os que são mais próximos a mim? Celebrar com amigos e familiares é lindo. É delicioso. É satisfatório. A relação é tão boa, que normalmente prometemos fazer tudo por eles. Colocamos essa disposição, no entanto, sempre numa condicional futura: se precisar, se necessário for, eu faço tudo. Mas e o agora? O hoje? Você tem feito tudo que é possível e preciso? Busca o pão na padaria sem reclamar? Desce pra pegar a pizza sem resmungar? Quando alguém te liga e pede algo que desviará seu caminho em 5 quilômetros, você diz que sim, sem pestanejar?

Daria para fazer uma lista extensa de pedidos simples que, normalmente, titubeamos ao ser acionados para cumprir. Amor é servir sem limites. Amor é fazer o que ninguém faria. Amor é amar. Sua mãe e seu pai precisam de você? Corre! Seus amigos te chamaram para fazer algo? Que se danem as 8 horas de sono! Uma pessoa precisa da sua atenção? Esquece o jogo de futebol ou o episódio inédito da sua série favorita!

Ei, isso não é brincadeira. Vamos lá: quanto tempo a mais você tem aqui na terra? Quais os planos de Deus para sua existência nesse planeta, antes de, finalmente, O encontrar no céu? Você não sabe essas respostas. Por isso, não viva como se pudesse amar amanhã. Não faça dos seus dias um eterno “semana que vem a gente se vê”, ou um constante “hoje não dá, amanhã entro cedo no trabalho”. Para! Pelo amor dAquele que é a razão por estarmos aqui. Para!

Em nossa missão de reconciliar o mundo com Deus, precisamos amar. E quando amamos, servimos e nos dedicamos ao outro. Sentimos a dor do outro. Às vezes, inclusive, sentimos a dor antes do outro sentir. Quando amamos, colocamos pessoas a frente de processos. O tempo está passando. Pare de se preocupar com modos e formas, com ego e status, com conquistas e bem estar. Para! A vida não vale de nada se não for pra amar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Nunca é tarde para orar para Deus e dizer: “Pai, que a partir de agora, minha vida seja em função dos outros. Por favor, me oriente a fazer as coisas à sua maneira. Indique os caminhos e as posturas. Mude o meu eu, Pai. Me ajude. Estou disposto a mudar e servir os outros, para que o Senhor seja revelado em cada respirar. Afinal, Deus, de que vale a vida se não for para amar? Amém”.