Começa mais uma semana. Pra que mesmo?

Hoje é domingo… Provavelmente você completou essa frase, cantando aquela velha música “…pede cachimbo”. Pra muitos o domingo é um dia muito feliz, afinal, amanhã será dia de trabalhar. Pra outros, trata-se de um pesadelo, afinal, segunda é dia de trabalhar. São os dois lados de uma mesma moeda. Fato é que não temos escolha: depois do domingo vem a segunda, e começa a semana útil de labuta. Não, eu não esqueci que estou escrevendo na véspera de um feriado, mas isso não importa, pois quero deixar o significado geral da reflexão para as semanas “normais”. Antes de avançar, deixe apenas esclarecer um ponto: não vim falar de trabalho, de satisfação, de felicidade ou de gratidão por ter um emprego. O foco é outro. E nessa abordagem a pergunta do título se faz necessária agora: “pra que começa mais uma semana?”

Não se trata da possibilidade de novas conquistas. A segunda não é o primeiro dia rumo à sua independência financeira. O primeiro dia útil da semana não pode sempre carregar aquelas velhas máximas, “nossa, hoje é segunda”; “estou devagar”; “não consigo produzir”, “que dia triste”, “quanto tempo falta para a sexta?”. Olhe para a segunda como uma nova chance que Deus te dá. Sim, uma nova chance de iniciar uma nova semana para fazer novas coisas e mudar novas vidas. Já que a segunda é o “dia internacional do início de tudo”, por que não usar o dia de amanhã para voltar a colocar sua vida no eixo, no que diz respeito ao único propósito que deveríamos ter? (nota: espero que você saiba que propósito é esse!)

A vida é muito mais do que a rotina de serviço. E posso te dizer uma coisa? É muito mais do que as “missões” que você tem feito com sua comunidade ou sua galera. A vida é, por completa, uma guerra que não cessa. Quando Deus sonhou contigo, ele te deu um papel para que você cumprisse ao longo dos anos que você estivesse na Terra. Inevitavelmente, nós “esquecemos” desse papel de reconciliar as pessoas com Deus, e umas com as outras. Que triste, não? Nós deixamos de lado a posição de sacerdotes do Reino (1 Pedro 2:9 – Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz) e vivemos como coadjuvantes na missão eterna. Ele te deu um papel de protagonista e você prefere ser coadjuvante! Não acha isso um absurdo?

Se a segunda-feira é um fardo pra você, significa que ainda não entendeu que NADA deixa de ser espiritual. E se TUDO é espiritual todo dia é dia de sinalizar o Reino de Deus, de sábado a sábado. Outro dia ouvi uma frase que me levou a nocaute: “se a segunda-feira não for tão santa quanto o sábado, alguma coisa está muito errada na sua vida”. Consegue entender o que está por trás dessa frase? Ela não diminui o valor do sábado, pelo contrário! Ela mostra que o sábado é a base pra tudo. Mas, a segunda deve ser tão santa quanto, quando você está nela como sacerdote do Eterno, seja no trabalho, na sua casa, na academia, no trânsito e em qualquer outro lugar.

A semana útil está começando e diante do chamado de Deus para sua vida há opções a escolher:
a) continuar a viver sua vida medíocre que não muda nada da realidade à sua volta;
b) achar que tudo isso que eu escrevi não passa de uma besteira sem tamanho;
c) refletir sobre seu papel nesse mundo e viver todos os dias para a glória do Eterno;
d) seguir a vida como se não tivesse lido esse texto;
e) ligar o Netflix e assistir a mais um episódio da sua série favorita.

E aí, qual a sua escolha?

Mais uma semana começa. Pra que mesmo?

A Páscoa – uma poesia sobre a cruz


Dentro de uma cela
No canto acorrentado
Apenas à luz de uma vela
Meu pulso está algemado

Tudo é escuro
O medo toma conta de mim
Cercado por quatro muros
Agora será o meu fim

Um homem sem sorte
Condenado à execução
Prestes a enfrentar a morte
Sem chance de libertação

Sim, eu sou culpado
Mas queria uma oportunidade
De voltar à sociedade
E mostrar que estou renovado

Chamo o guarda da prisão
Sinto no corpo um arrepio
Ele nem me dá atenção
Fico sozinho no clima sombrio

Mas o portão é então destrancado
Acho que agora vem o carrasco
Eu serei executado
Meu desejo se torna um fiasco

Alguém entra e eu cubro o olhar
A corrente é arrebentada
A algemada é retirada
Ele diz que não vai me matar

Pede pra eu me levantar
Pagaram toda a fiança
Estou livre para recomeçar
Essa era minha esperança

A cela se fecha atrás
E pra sempre é trancada
Da cela ao lado sai Barrabás
As penas estão abortadas

De assassinos a mentirosos
Da mais grave à mais singela
Estão livres os criminosos
Abriram-se todas as celas

No corredor, ouço comentários
Alguém escolheu a condenação
Ele está lá no calvário
Pendurado com cravos nas mãos

Saio do calabouço
Livre eu enxergo a luz
Em meio à gritaria eu ouço
Que o nome do homem é Jesus

Corro na multidão
Quero chegar nessa cruz
De joelhos caio no chão
Sou ofuscado pela luz

Ele diz que está consumado
Eu não preciso ficar preocupado
O madeiro que foi levantado
Estava no plano que fora traçado

O sofrimento foi por amor
Aquilo era só a passagem
Ele precisava sentir a dor
Pra que a gente entendesse a mensagem

Ali compreendo quem sou
Um homem que foi resgatado
Com nova identidade estou
Sou filho do Mestre amado

A cruz foi necessária
Mas a morte foi destruída
A cova foi temporária
E a ressurreição nos trouxe vida

Não mais escuridão
Agora apenas a luz
A Páscoa é a renovação
Pela graça de Jesus

 

Pare de mastigar

Hora do almoço. Chego ao restaurante e peço uma lasanha. Não estou “grávido”, mas o desejo pelo prato está absurdo. Minutos depois, ao longe, vejo o garçom. Ele vem caminhando, quase que em câmera lenta, em minha direção. Água na boca. Engulo uma caixa d’água de 500 litros. Mais uns passos dele. Abro um largo sorriso. O detentor da minha lasanha, enfim, a coloca em cima da mesa. Eu a devoro, como o Djavan fazia com sua amante. É uma garfada atrás da outra. Enquanto mastigo um pedaço, já corto o próximo que, em uma fração de segundo, já está em minha boca. O ritual de pura ansiedade, que beira o desespero, se repete até que, em 5 minutos, extermino a tão desejada e sonhada lasanha. Apesar de tudo, fui com tanta sede ao pote, ou melhor, ao prato, que não me lembro do sabor. Não sei qual foi o melhor pedaço. Nem consigo me recordar dos ingredientes que compunham a minha massa. Confesso que, inclusive, até queimei o céu da boca. Bom, mas o que será que vou comer na janta? Quem sabe uma pizza? Talvez eu pense em uma alternativa mais light. Vou pensar. Estou bastante estufado, mas acho que já estou com fome de novo. Não vejo a hora de devorar a janta.

Que vida levamos, não? Nunca paramos de “mastigar”. Queremos tanto aproveitar cada segundo, numa espécie de mergulho profundo no Carpe Diem, que mal olhamos para o lado enquanto desfrutamos da vida. E quando acaba o objeto atual de desejo, por não tê-lo aproveitado da maneira correta, já agendamos o próximo. Pego um compromisso, mas ele não me preenche. Assumo mais um. E mais outro. Mordo aqui. Mastigo ali. E no fim, estou estufado, mal e, o pior, insatisfeito.

Satisfação não tem a ver com o que faço, mas, sim, com o como faço. Tem de haver sentido. Tem de haver propósito. Minha satisfação está na lasanha. Ok. Eu a como. Por perder a noção do significado do momento, termino e não estou satisfeito. Entende o que estou dizendo? Temos de parar de mastigar! Precisamos curtir pedaço por pedaço. Saborear cada ingrediente, cada tempero. Isso é satisfação!

Se você morresse hoje, estaria satisfeito? Pra muitos, a resposta é “não”. E sabe por quê? Porque tentamos fazer muita coisa, abraçar muito compromisso, produzir demais em pouco tempo, e quanto mais corremos para lotar a agenda, sentindo-se bem e completo, menos nos envolvemos com cada horário do nosso dia. “Nossa como o tempo está passando rápido”. Estou em um encontro importante, já pensando no próximo. Me atraso. Fico aflito. Corro. Encaixo outra coisa aqui e ali. Cumpro tudo. Mas, estou satisfeito? Termino o dia estafado, mas “saboreei os temperos”? Ou apenas “comi feito um louco porque estava com desejo”? Obviamente não estou aqui para dizer que você deve abrir mão de compromissos e ter uma vida mais tranquila, afinal quem pede que a gente se poupe é o inimigo, nunca se esqueça disso. No entanto, por outro lado, quando Deus nos chama, Ele nos convida para fazermos tudo com sentido, com entendimento e com a certeza de que em cada ação demos o melhor, com a cabeça única e exclusivamente focada ali.

Cada um sabe das suas prioridades. A cada qual cabe estabelecer sua própria agenda, de acordo com o que Deus mostra e chama. Mas há algo que é inegociável e comum a todos nós: enquanto comemos, temos de parar de mastigar, por um minuto que seja!

Na rede social da beleza, hipocrisia é mato

Ahhh… 2017 chegou! Que ano passamos, não? Em 2016, todo dia foi um “7 a 1” diferente. Passamos por momentos em que foi só tiro, porrada e bomba, culminando em separações que abalaram “nossas convicções” – Tio Bonner e Tia Fafa! Não estávamos preparados. Quem diria, não?

Já cansados, sofremos com a tragédia. Uma cidade inteira sofreu a perda de tanta juventude, tudo pela ganância do coração humano. Se há um culpado, pouco importa, não diminuirá de 71 para 70. #ForçaChape

E agora, o que mais podemos pensar? Brad Pitt largou Angelina Jolie. Não!!! Para aí que está tudo errado. Ele é bonito, ela é bonita, são ricos e famosos, rodaram o mundo, adotaram crianças, têm carros, casas, seguidores. Para! Faltou o que ali? Acho que finalmente entendi o porquê BELEZA NÃO PÕE MESA. “Beleza” de vida não faltava ali, mas como já dizia o bom Salomão:

“Sabe o que acontece quando a ganância toma o controle: quanto mais você tem, menos você é”. (Pv. 1-19)

Esse ano foi marcado, também, pela expansão das redes sociais Instagram, Snapchat, WhatsApp, Facebook, Live no Face… São inúmeras as ferramentas que transformaram o mundo em um minúsculo clique com o botão esquerdo e trouxeram à tona a grama do vizinho, aquela maldita grama verde dele! Incrivelmente voltamos à estaca zero. A ditadura da beleza foi substituída pela escravidão da aparência! Perdemos um dia atrás do click perfeito e nos colocamos em situações constrangedoras para agradar… os outros! Definitivamente perdemos o valor e colocamos preço em tudo. Estamos pagando caro!

“Milagre é raro onde hipocrisia é mato”, já dizia o grande poeta Vitor Kivitz.

Finalmente nos rendemos à ideia do capitalismo, que nos escraviza pela ganância da felicidade. Nesse cenário capital, buscamos a vida que está lá no pote de ouro do fim do arco-íris, achando que a segunda experiência nos trará felicidade em dobro, enquanto passamos pelo tempo com medo da falta de tempo, perdendo a vida correndo atrás do tempo. Que lógica medonha! Por isso, mais uma vez, cito o jovem poeta, Vitor Kivitz:

“é rir pra não chorar, êta mundo bom de acabar! Mas se ainda existe ar, resta motivos pra respirar. Quem concede a graça de recomeçar? Na vida que foi dada e você nem pediu?”

Pra sair dessa situação, a humanidade não tem outra saída que não seja a ajuda de Cristo. É preciso crer e apegar-se no amor inesgotável de Cristo, onde você pode esgotar suas expectativas e carências, e partir do amor livre para amar, finalmente entendendo o que está escrito em João 8:32:

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Busque sua experiência real com Deus!

Finalizo, refletindo na frase do Paulo Brabo:

“O ensino de Jesus só permanece novo porque nunca foi tentado”.

E agora, obedecendo a primeira bem-aventurança, talvez possamos nos colocar de joelhos na frente de Deus e, assumindo nossa pobreza de espírito e incapacidade, consigamos entender que o Reino de Deus é daquele que dá ao próximo o amor que queria pra ele. Só assim a “Ganância da Felicidade” talvez se transforme na “Bênção do Amor”.

*TEXTO ESCRITO POR GABRIEL ZAMBIANCO

De que vale a vida…

*Se você começou a ler esse texto simplesmente pelo fato de querer algo bonitinho, que te emocione, ou que faça você viver cinco minutos de êxtase, então, te convido a mudar de site, pois será perda de tempo.

de_que_vale_metanoia

Bom, se você ainda está aqui é porque está disposto a ler algo que vem do fundo do coração. Saiba, essas palavras mexeram comigo na última noite, então, o que transcrevo aqui é uma reflexão profunda de uma consciência incômoda, que me fez parar e refletir por um bom tempo. Portanto, pare para focar e mergulhar nesse oceano junto comigo. Precisamos caminhar lado a lado nesse roteiro…

De que vale a vida… se não for para amar? AH, NÃO, LUCAS! VOCÊ FEZ ESSA INTRODUÇÃO TODA PARA REPETIR UM CLICHÊ? Opa, tenha calma comigo! A pergunta é séria: de que vale a vida se não for para amar? Amar de verdade. Amar como manda Cristo. A-M-A-R.

Vamos dar um passo atrás. O que é amar para você? Pra mim, amar é serviço, entrega total, dedicação, disponibilidade, prioridade. Por essa definição que faço, amar não é simplesmente curtir a vida ao lado daqueles que mais gosto, muito menos dizer que não guardo rancor de ninguém, que consigo conviver com inimigos e tal. Amar vai muito além, e é muito mais sério!

 

OS INIMIGOS
Vivemos refletindo sobre o texto do Sermão do Monte, no qual Cristo nos orienta a amar nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem. Quando lemos Mateus 5, percebemos nossa incapacidade de amar verdadeiramente. Compreendemos que trata-se de uma orientação bastante complexa. Aí, gastamos um tempo absurdo na tentativa de conseguir colocar isso em prática. São horas e mais horas lendo, orando e rachando a cabeça em busca de uma resposta para o dilema desse amor. Mas não percebemos que o problema está bem antes disso…

Quando o Mestre ensinou essa postura, eu creio que Ele queria – além do ensinamento literal, nos mostrar o quão importante, complexo e profundo é o tal do amor. Era um tapa na cara para mostrar que sequer amamos nossos amigos! Na verdade, quando medimos a quantidade de amor que estamos dispostos a dar a esse ou àquele, perdemos completamente a capacidade de amar. Amor não tem medida. Amor é amor. Amor é entrega e ponto! Jesus queria que entendêssemos que precisamos aprender a amar de verdade a todos, amigos e inimigos.

Com a licença de uma reflexão livre, eu escreveria o texto de Mateus assim: “Então, disse Jesus: vocês focam o coração apenas para os amigos, e querem que seus inimigos se prejudiquem. Esqueçam isso! Olhem pro seu inimigo e pra quem vos persegue, da mesma forma que olham para seu amigo. Parem de perder tempo medindo quanto amor vão dar pra cada um. Amem todo o mundo! Ah, mas primeiro aprendam a amar! Enquanto medir o amor, não estará amando. Comece tranquilo. Já que quer separar uns dos outros, então ame de verdade aqueles que você diz serem seus amigos. Quem sabe assim vocês entendam do que estou falando.”

 

O AMOR AOS AMIGOS
Será que eu amo os meus amigos? Os que são mais próximos a mim? Celebrar com amigos e familiares é lindo. É delicioso. É satisfatório. A relação é tão boa, que normalmente prometemos fazer tudo por eles. Colocamos essa disposição, no entanto, sempre numa condicional futura: se precisar, se necessário for, eu faço tudo. Mas e o agora? O hoje? Você tem feito tudo que é possível e preciso? Busca o pão na padaria sem reclamar? Desce pra pegar a pizza sem resmungar? Quando alguém te liga e pede algo que desviará seu caminho em 5 quilômetros, você diz que sim, sem pestanejar?

Daria para fazer uma lista extensa de pedidos simples que, normalmente, titubeamos ao ser acionados para cumprir. Amor é servir sem limites. Amor é fazer o que ninguém faria. Amor é amar. Sua mãe e seu pai precisam de você? Corre! Seus amigos te chamaram para fazer algo? Que se danem as 8 horas de sono! Uma pessoa precisa da sua atenção? Esquece o jogo de futebol ou o episódio inédito da sua série favorita!

Ei, isso não é brincadeira. Vamos lá: quanto tempo a mais você tem aqui na terra? Quais os planos de Deus para sua existência nesse planeta, antes de, finalmente, O encontrar no céu? Você não sabe essas respostas. Por isso, não viva como se pudesse amar amanhã. Não faça dos seus dias um eterno “semana que vem a gente se vê”, ou um constante “hoje não dá, amanhã entro cedo no trabalho”. Para! Pelo amor dAquele que é a razão por estarmos aqui. Para!

Em nossa missão de reconciliar o mundo com Deus, precisamos amar. E quando amamos, servimos e nos dedicamos ao outro. Sentimos a dor do outro. Às vezes, inclusive, sentimos a dor antes do outro sentir. Quando amamos, colocamos pessoas a frente de processos. O tempo está passando. Pare de se preocupar com modos e formas, com ego e status, com conquistas e bem estar. Para! A vida não vale de nada se não for pra amar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Nunca é tarde para orar para Deus e dizer: “Pai, que a partir de agora, minha vida seja em função dos outros. Por favor, me oriente a fazer as coisas à sua maneira. Indique os caminhos e as posturas. Mude o meu eu, Pai. Me ajude. Estou disposto a mudar e servir os outros, para que o Senhor seja revelado em cada respirar. Afinal, Deus, de que vale a vida se não for para amar? Amém”.

Uma poesia sobre a Graça

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DEUS CRIA O HOMEM
A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA
ELE INSERE O PRÓPRIO CARÁTER
SEM NENHUMA MUDANÇA

E DESSA MANEIRA É NO JARDIM
PAI E FILHO SE RELACIONAM ASSIM
MÃOS DADAS. OLHO NO OLHO. A RELAÇÃO É DESSE JEITO
DEUS E O HOMEM, VIVENDO NO AMBIENTE PERFEITO

NA VIRAÇÃO DO DIA, MAIS UM CONTATO, MAIS UM ABRAÇO
E O ENCONTRO DIÁRIO SÓ FORTALECE O LAÇO

CRIADO. SONHADO. PLANEJADO
AINDA ASSIM, O HOMEM ESCOLHE O CAMINHO ERRADO
UMA DECISÃO
E VEM A SEPARAÇÃO

NUDEZ. DOR. CHORO. PECADO
AGORA ELES JÁ NÃO ESTÃO LADO A LADO
DISTANTE, O HOMEM JÁ NÃO REFLETE O PROJETO INICIAL
CRIADO PARA O BEM, ESTÁ MERGULHADO NO MAL

SE O SALÁRIO DO PECADO É A MORTE
ESTARIA O HOMEM ENTREGUE À PRÓPRIA SORTE?
DESDE A ETERNIDADE O PLANO ESTÁ FIRMADO
DEUS JAMAIS ABANDONA, ENTÃO CRISTO É ENVIADO

O VERBO SE FAZ CARNE E HABITA ENTRE NÓS
ESSA É A PROVA QUE NUNCA ESTARÍAMOS A SÓS
O MESTRE VEM CHEIO DE GRAÇA E VERDADE
E O ÚNICO OBJETIVO É RECONCILIAR DEUS E A HUMANIDADE

ALGUÉM PRECISA MORRER
SÓ COM SANGUE HÁ REMISSÃO
O HOMEM TEM DE SER
MAS É CRISTO QUEM LEVANTA A MÃO!

O REI. A MAJESTADE. O CRIADOR
DO ALTO DA GLÓRIA
ESCOLHE SER A ESCÓRIA
E SE PÕE NO PAPEL DE SUPORTAR TODA A DOR

NO CALVÁRIO, HUMILHADO, ELE VAI PARA A CRUZ
DE BRAÇOS ABERTOS, ESTÁ ALI MEU JESUS
O SANGUE DERRAMA. ESTÁ CONSUMADO
PERDÃO GARANTIDO, COM DEUS O HOMEM É RECONCILIADO!

QUANDO ELE VAI, VEM O CONSOLADOR
ELE PREENCHE. AUXILIA. REVELA. E DÁ PODER
DO PECADO, ELE VEM PRA CONVENCER
É ELE QUEM SUSSURRA NO OUVIDO QUE “DEUS É AMOR”

ESPÍRITO SANTO SEMPRE EM MOVIMENTO
TESTIFICA QUE O HOMEM É FILHO DE DEUS
VEM PRA SALVAR OS QUE DE ANTEMÃO ERAM SEUS
DÁ O QUERER E O EFETUAR, PRO HOMEM ELE É O ALENTO

PELO CONSOLADOR CONVENCIDO
O HOMEM CONFESSA, AJOELHA E PEDE PERDÃO
CRISTO SORRI
E APENAS ESTENDE A MÃO

O MESTRE LEMBRA QUE POR VOCÊ ELE MORREU
O MESTRE LEMBRA QUE AGORA É O MEDIADOR
O MESTRE LEMBRA QUE SUPORTOU TODA A DOR
O MESTRE LEMBRA QUE SERÁ O SEU NOVO EU!

NO SANTUÁRIO CELESTIAL
O PRÍNCIPE DA PAZ SOLICITA O PERDÃO DE TODO PECADO
DIANTE DE DEUS
ELE GARANTE QUE OS ERROS SERÃO APAGADOS

NA HORA DO JULGAMENTO, DEUS OLHA PRO PECADOR
MAS ELE SÓ VÊ A CRUZ, A CRUZ REPLETA DE AMOR
ELE ATÉ TENTA VER A GENTE
MAS AGORA, SÓ ENXERGA CRISTO À SUA FRENTE

SÓ PELA CRUZ ISSO É POSSÍVEL
SEM O SANGUE DE CRISTO O PECADOR É PERECÍVEL
NÃO HÁ NADA QUE O HOMEM POSSA FAZER
SE NÃO FOSSE A CRUZ, O DESTINO SERIA MORRER

MAS EXISTE A CRUZ
E EXISTE JESUS
EM CRISTO, O HOMEM É NOVA CRIATURA
CONTRA O PECADO ESTÁ GARANTIDA A ARMADURA

SOIS SALVOS POR MEIO DA FÉ
COM A JUSTIÇA IMPUTADA POR CRISTO, O HOMEM PERMANECE EM PÉ

JUSTOS E JUSTIFICADOS
PELA ENTREGA, E PELO SANGUE DERRAMADO
AGORA, JÁ NÃO HÁ NADA QUE O HOMEM FAÇA
POR JESUS, NESSA HISTÓRIA, SOMOS SALVOS PELA GRAÇA!